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Ter Menos Ser Mais

Encontre nas coisas simples a liberdade, a felicidade e a intencionalidade da vida

Ter Menos Ser Mais

Encontre nas coisas simples a liberdade, a felicidade e a intencionalidade da vida

Livro "Menos é mais"

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Francine Jay a autora do livro, quando jovem, juntamente com o seu marido mudava de casa uma vez por ano. Inicialmente todos os seus pertences cabiam no porta-bagagens do carro. Mas com o tempo foi necessário alugar carrinhas de mudanças cada vez maiores. Foi aqui que Francine percebeu que as suas coisas estavam a complicar a sua necessidade de mobilidade.

 

A autora começou a querer viver mais as experiências e menos as suas coisas. Por outro lado, para ela o consumo deixou de ser sinónimo de felicidade e conduzia-a apenas a uma vida mais sobrecarregada tanto de coisas como de trabalho para as adquirir como para as manter. Todo este trabalho para coisas que a curto ou médio prazo se tornariam lixo e consumiram os recursos naturais do planeta.

 

Este livro é “Um Guia Minimalista Para Organizar e Simplificar a Sua Vida”. A autora, não só fala, da filosofia minimalista,  como explica cada um dos 10 passos para a organização e simplificação das nossas casas e também do minimalismo como estilo de vida.

 

Sem dúvida, um livro para ter na cabeceira neste ano 2017.

Estilo Minimalista

Ao pensarmos num estilo de moda minimalista pensamos em peças lisas de corte direito, brancas, pretas, cinza, beje e em azul escuro. Peças sem qualquer padrão e poucos acessórios sendo estes de design muito simples

 

Bem, eu considero que tenho um modo de vestir minimalista contudo não se enquadra totalmente na descrição. Não acho que tenhamos que nos limitar em relação as cores que usamos e ao corte da roupa. O mais importante é que nos fique bem e que vejamos a nossa roupa como um investimento, algo que nos vai servir pelo maior tempo que for possível.

 

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Para ter um Guarda-Roupa simples teremos de apostar em peças básicas e clássicas, aquele tipo de peças que nunca saem de moda. Claro que a indústria da moda todos os anos reinventa os clássicos mas não vamos por isso comprar todos os anos novas peças básicas. Uma camisa branca é uma camisa branca, o importante é que a peça lhe assente bem. 

 

Quanto a cores, não precisamos andar vestidos apenas de preto e branco. Existem várias cores neutras e sim, devemos apostar nos neutros mas para mim o mais importante é que  essas cores neutras sejam predominantes em peças como calças, casacos e sapatos pois são estas peças que devem ser conjugáveis com um maior número de outras peças. Podemos arriscar em uma maior paleta de cores em blusas, por exemplo. 

 

A qualidade é sem dúvida importante, agora a qualidade deve ser a melhor que o nosso dinheiro poder comprar. Fazermos com que as nossas peças durem o maior tempo possível passa, não só, pela sua qualidade como pela manutenção que lhe damos por isso lavar e passar corretamente são passos fundamentais para prolongar a vida da sua roupa ( Veja dicas de como lavar corretamente as suas roupas ).

 

Padrões ou melhor a ausência deles é fundamental para construir um guarda-roupa minimalista. Peças muito ornamentadas, facilmente se tornam cansativas e desatualizadas, por outro lado são mais difíceis de combinar com outras peças por "roubarem" muito a atenção. Apostar em tecidos lisos é sempre uma aposta acertada. Mas podemos arriscar em peças com detalhes, pequenos apontamentos que façam a diferença sem que destroçam a peça.

 

As tendências podem estar presentes no nosso roupeiro e são bem vindas, desde que venham acrescentar valor. Devem de ser peças versáteis, com a qualidade e durabilidade que pretendemos e que estejam em harmonia com o nosso estilo pessoal.

 

Acessórios são indispensáveis no caso de querermos acrescentar aquele toque pessoal aos nossos looks. Podemos usar colares, anéis, brincos, pulseiras, lenços, cintos, gorros... Mas atenção, para manter uma imagem simples não podemos usar tudo ao mesmo tempo. Queremos que os nossos acessórios sejam apenas um toque, não que sejam o foco da nossa imagem.

 

Podemos concluir que um roupeiro com muitas peças básicas e cores neutras pode-se tornar aborrecido e sem personalidade. Eu penso que, pelo contrário, um vestuário simples sem grande ruído permite que a nossa personalidade possa sobressair para além da nossa roupa!!

 

 

Seres sociais / Redes sociais

Aquilo que nos define como cidadãos deste mundo passa por ter um documento identificativo, como o Cartão de Cidadão, no caso do nosso país. Mas no moderno século XXI não é apenas isto, é fundamental para a nossa existência fazermos parte de uma ou várias redes sociais.

 

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Chegamos a um determinado ponto em que a vida online é mais importante que a vida offline, passamos mais tempo a falar da nossa vida nas redes sociais do que realmente a vive-la.

 

Vidas perfeitas, em torno de fotos bonitas e padronizadas, que fazemos questão de partilhar diariamente com amigos, família, colegas e até com desconhecidos. Contudo, sabemos que são uma grande ilusão, ninguém é tão feliz quanto faz questão de parecer nas redes sociais.

 

Porque tentamos mostrar algo que não somos a pessoas que muitas das vezes não nos são próximas, importantes ou conhecidas?

 

No meio desta esquizofrenia ainda temos a sensação de que estamos gradualmente a perder a nossa privacidade e o direito a ela, quando somos nós próprios a escancarar as portas das nossas vidas e da nossa intimidade, algumas das vezes arrastando pessoas próximas sem que elas o tenham consentido.

 

Por outro lado enchemos os nossos egos sob a quantidade de likes ou comentários que recebemos. Mediamos a nossa popularidade pela quantidade de “amigos” nas redes sociais como se estivéssemos viciados e necessitados da aprovação alheia.

 

Temos inúmeras formas de comunicar ao nosso alcance mas manter um diálogo é cada vez mais difícil. Entramos no mundo do individualismo onde o conceito de coletividade cada vez perde mais o seu significado, onde estamos gradualmente a perder a interação com o outro.

 

Somos seres sociais, precisamos de pessoas com quem interagir, interagir presencialmente.

 

Agora não podemos culpar as redes sociais por esta perda de valores que estamos a sofrer, mas nelas temos uma vitrina daquilo que nos estamos a tornar enquanto sociedade.

 

Não estaremos desesperados por atenção, não estaremos carentes do contacto com outras pessoas? Humanos precisam do contacto com outros Humanos!

 

 

Documentário - Happy

Durante muitos anos os estudos concentraram-se na doença, na depressão e na busca da sua cura. Hoje existe uma maior procura noutro sentido, no estudo do que nos faz feliz, no que afinal é a felicidade

 

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Qualquer que sejam os nossos projetos de vida todos eles tem o fim de alcançar a felicidade. Contudo essa busca, parece-nos muitas vezes demasiado difícil 

 

O documentário "Happy" produzido por Roko Belic inspira-nos a procurar aquilo que nos faz feliz, a olhar a nossa volta e a nos questionarmos. Durante seis anos o produtor viajou pelo mundo onde conversou com diversas pessoas e tentou encontrar algumas respostas a perguntas tais como: Como ser feliz? Como nos mantermos felizes? O que significa para cada um ser feliz?

 

Segundo os estudo 40% da nossa felicidade depende de nós, das nossas escolhas perante a vida ou do nosso comportamento. Aqui percebemos que muito desse caminho está ao nosso alcance.

 

Mas, muitas vezes, acreditamos que a felicidade esta diretamente relacionada com os bens materiais ou com a riqueza.  "Happy" mostra que apesar de em determinados países a sua população ser atualmente mais rica que à 50 anos atrás os seus níveis de felicidade têm se mantido iguais. Países comparativamente mais pobres que outros apresentam, contrariamente aquilo que poderíamos pensar, níveis de felicidade superiores

 

Rapidamente percebemos, um lugar comum nos testemunhos do documentário, a felicidade está nas pequenas coisas, nos pormenores e na simplicidade.

 

É um documentário a ser visto, permite-nos analisar o nosso próprio conceito de felicidade e inspira-nos através dos testemunhos captados em todo o mundo

(Disponível em Netflix).

 

Destralhar

Este é para mim o primeiro passo a dar no sentido do minimalismo e de uma vida mais simples. Podemos destralhar tudo na nossa vida, as nossas rotinas, as nossas relações, os nossos compromissos , a nossa casa... Para mim a casa foi o ponto de partida e depois tudo o resto acabou por vir com naturalidade.

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Ao destralhar, separe as coisas que já não pretende que façam parte da sua casa minimalista em 3 grupos:

 

Para ir fora - Coloque todos os objetos partidos, danificados, rasgados ou avariados. Todos os materiais que seja possível reciclar coloque nos locais adequados para o efeito. 

 

Exceções - Se aquilo que esta estragado tem concerto e tem disponibilidade para o arranjar sendo que depois lhe vai ser, novamente, útil então deve de o fazer. Se não tiver essa disponibilidade mas sabe de quem possa ter e precise desse objeto, muito bem questione se essa pessoa tem interesse. 

 

 

Dar ou vender - Pode o fazer a todos os objetos que se encontrem em boas condições. Pode doar a instituições, ou dar aos seus amigos ou familiares. Atenção apenas dê as suas coisas caso as pessoas mostrem interesse em ficar com elas, não é muito correto destralhar a nossa casa e mandar a tralha para casa dos outros.

 

Para a venda pode usar sites destinados a esse efeito, contudo pode deparar-se com um problema, mesmo com preços muito simbólicos ninguém comprar. Por vezes aquilo que já não nos é útil pode também não ser útil a outras pessoas e a facilidade de comprar novo e algum estigma em adquirir objetos usados pode levar a que não tenha sucesso.

 

Para evitar como solução final deitar para o lixo o "indesejado" item, pode deixar guardado na caixa das dúvidas por um determinado período de tempo.  

 

 

As dúvidas - Ficam sempre aqueles objetos que já não gostamos, mas também não o queremos dar ou vender porque são algum tipo de recordação, porque ainda está novo...porque... porque...porque. Existem vários motivos para o deixar ficar e outros tantos para o deixar ir e não conseguimos decidir. Separe uma caixa para as dúvidas. Estabeleça um período de tempo para manter aqueles objetos, pode decidir por ser um mês, dois, 6 meses, um ano, aquilo que lhe parecer melhor. 

 

Se durante esse período não voltar a usar ou a precisar daqueles itens pode realmente se desfazer deles. Atenção arrume a sua caixa das dúvidas em algum local onde não dificulte o acesso as coisas que efetivamente usa e que lhe estão a servir de momento.

Fazer da nossa familia minimalista

Decidimos seguir uma vida mais simples, longe da acumulação de bens desnecessários, num ambiente mais organizado e abandonar os nossos hábitos consumistas. Agora só falta que a aqueles que mais amamos e com quem partilhamos a nossa vida e a nossa casa não remem em sentido oposto. Mas nem sempre isso é fácil. 

 

Também não queremos ser os maluquinhos/as da organização, obrigando os nossos familiares a terem as suas roupas guardadas por cores e ordem cronológica de aquisição. Nem queremos começar a deitar os seus pertences fora, só porque não os usam há anos. 

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Seja uma inspiração

Não existe melhor maneira de influenciar os outros que nos tornando, nós próprios, numa inspiração. Se a sua família verificar que ter uma vida mais simples lhe tem ajudado e contribuído para o seu bem estar e quem sabe também para o deles, possam se sentir motivados a segui-lo/a neste caminho. Dê o exemplo mas não insista nem tente "obrigar" a serem mais minimalistas, isso pode levar a que reajam negativamente.

 

Peça ajuda 

Numa determinada zona da sua casa, faz um destralhe e organizou aquele espaço. Como não pretende que a acumulação se volte a instalar peça ajuda a família para que todos contribuam nesse sentido. Explique-lhes o motivo porque não pretende que aquela zona tenha novamente tralha. Ao compreenderem os seus objectivos mais facilmente vão querer ajudar.

 

Encontre o equilíbrio

A casa tem de funcionar para todos e a nosso ponto de vista minimalista pode não ser o ideal para algum dos elementos da nossa família. Devemos, por isso, tentar encontrar uma solução que mantenha o equilíbrio e que seja funcional para todos, mesmo que para si a solução não seja a ideal. 

 

Se a sua família não está interessada em deitar fora todo aquilo que não precisa ou a em reduzir o consumismo, bem ai não há muito que possa fazer. Concentre-se em si, naquilo que tem controlo e onde pode actuar. 

 

 

A dificuldade do desapego

Ao longo deste meu percurso em busca da simplicidade, uma das coisas que se tem mostrado mais difícil é praticar o desapego. Não consigo identificar exatamente aquilo que me fez, em tempos, apegar a determinados objetos mas tenho encontrado formas de tornar esta tarefa mais fácil.

 

Tenho, por isso, andando mais atenta e em conversas com amigos e familiares ouvi muitas histórias de apego e desapego.

 

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A prenda de casamento

Um lindíssimo e enorme faqueiro com banho de prata oferecido no dia de casamento. Mais de 30 anos se passaram e o belo faqueiro nunca foi usado. Tudo este tempo foi mantido cuidadosamente guardado numa despensa. Prioritariamente foram usados faqueiros mais modestos. Passadas todos estes anos para além de desatualizado e com alguns danos do tempo, a pena sobrepõem-se e continuam sem ser usados.

 

O objeto decorativo

Guardado dentro de um armário, um barco em loiça com base de madeira, robusto e pesado. Já teve o seu lugar de destaque devido a sua modernidade de outros tempos. Hoje em dia já não há identificação com o objeto mas não existe também a coragem para desapegar e continua guardado num armário.

 

O casaco vermelho

Vermelho, quente e dispendioso casaco de inverno. Devido a sua beleza não houve resistência e foi comprado. Mais de uma década se passou mas o casaco nunca foi usado. Por ser tão adorado nunca houve coragem suficiente nem ocasião indicada para usufruir da desta compra.

 

A cana de pesca

A reforma estava para breve e todos os hobbies para os quais não tinha tempo podiam agora ser colocados em prática. A esposa, amavelmente, oferece a cana de pesca desejada, o último modelo, assim como, muitos outros utensílios necessários. Chegada a reforma e apesar de nunca sido usada, a reforma da cana de pesca também chegou.

 

Pessoalmente encarei o desapego das coisas não como uma perda de algo irreparável mas sim como uma oportunidade para algo novo. Ao dar o devido uso, oferecer quando já não uso, vender ou simplesmente deitando fora, não significa que não dou valor aqueles objetos ou as recordações associadas a eles.

 

Apenas valorizei na devida altura e quanto às recordações ou sentimentos, desses não preciso me desapegar e não ocupam qualquer espaço!

 

Por vezes, continua a ser difícil mas qualquer escolha implica uma perda, mas também implica um ganho!

Balanço - 2016 Minimalista

Por estes dias em que o 2016 está prestes a terminar, inevitavelmente fazemos um balanço do que se passou. Enche-mo-nos de esperança de que o novo ano seja melhor e fazemos promessas sobre todas os pontos onde queremos fazer diferente, onde queremos fazer melhor!

 

Sem ter planeado, este ano foi um ano de uma grande mudança para mim. Decidi ter uma vida mais simples, uma vida com mais intencionalidade. Retirei o meu foco das coisas e coloquei-o nos momentos, nas pessoas importantes, nas experiências e na felicidade!

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Como retorno desta mudança de paradigma vieram muitas coisas boas. O minimalismo é como uma árvore que se bem cuidada pode dar muitos frutos.

 

Vejam alguns dos frutos que colhi este ano

 

- Perco menos tempo na limpeza e arrumação da casa 

- Ganhei mais espaço 

- A minha casa passou a ser uma fonte de bem estar

- Valorizo mais as coisas que tenho 

- Cuido melhor das minhas coisas 

- Abandonei os meus hábitos consumistas 

- As minhas compras são mais conscientes e ponderadas

- Afastei-me de pessoas tóxicas 

- Deixei de me importar com aquilo que os outros podem pensar 

- Deixei de dar importância as tendências

- Priorizo aquilo que me faz sentir bem

- Consegui poupar mais dinheiro 

- Valorizo mais a minha família e o tempo que passo com ela

- Ganhei mais tempo para as coisas importantes

 

Continuarei a cuidar desta minha árvore no ano 2017 na esperança de colher novos, coloridos e saborosos frutos!!

 

Viver com um minimalista

Depois de iniciar esta minha jornada no minimalismo percebi que há anos vivia com um minimalista, o meu marido

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Ele insiste sempre para não colocar mais coisas em cima dos móveis, prefere objetos com corte direito e monocromático (veja como ter uma casa minimalista AQUI).

 

Antes de comprar algo pesquisa bastante, compara preços, qualidade, funções, mais valias e consegue adquirir o melhor produto pelo melhor preço. Tem um enorme cuidado com os bens que adquire dando lhes a manutenção necessária para prolongar o seu tempo de vida. 

 

Quando fiz o meu Guarda-Roupa Cápsula (veja como fazer o seu AQUI) expliquei-lhe, com um enorme entusiasmo, do que se tratava. Teria apenas 40 peças para usar durante 3 meses e não poderia comprar mais nenhuma peça de roupa neste período. Ele respondeu-me muito serenamente. "Isso é o que eu faço há anos!"

 

A verdade é que toda a roupa dele é bastante versátil, são peças neutras, lisas e com cortes simples. Posso dizer que nos últimos 4 anos vi o meu marido ir as compras para comprar roupa apenas quatro vezes, sim 4 vezes. Nestas 4 vezes comprou duas camisas, dois pares de calças, dois pares de calções e um par de sapatos. 

 

Já imaginaram em 4 anos comprar apenas um par de sapatos? Pois, ele é mesmo minimalista! 

 

Não percebo como não me iniciei neste estilo de vida antes, mas penso que também devido a sua influência ingressei neste caminho que agora tem um nome - minimalismo!

Os minimalistas não se preocupam com...

Seguir o minimalismo permite-nos retirar dos nossos, atarefados dias, algumas preocupações. Não acredita? Então veja: 

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1 – A opinião dos outros

Abraçar uma filosofia minimalista nos dias que correm é como seguir em sentido oposto. Preocupamo-nos muito sobre o que os outros pensam de nós, daquilo que vestimos, da casa onde moramos ou aquilo que fazemos. A verdade é que fazemos melhores escolhas quando deixamos de nos preocupar com o que os outros podem, ou não, pensar de nós.

 

2 – As tendências

Não é gasta energia na constante busca da novidade. O importante é apostar na qualidade dos bens adquiridos e adquirir aquilo que se precisa e nada mais. Isto não significa que não se esteja atento as tendências, contudo, o foco está nas necessidades e estilo pessoais sobretudo porque muitas destas tendências têm uma duração temporal muito curta.

 

3 – Com decisões

Muitas vezes gastamos o nosso poder limitado de toma de decisões em detalhes. Como escolher pela manhã a roupa que vestir, em procurar a carteira ou as chaves do carro, o que comer pela manhã... Quando reduzimos as nossas coisas ao essencial e as organizamos estamos a excluir possibilidades de escolha desnecessárias e que apenas dificultam as nossas decisões.

 

4 – Com objetos que já não usam

Já parou para pensar toda a manutenção que aqueles objetos que já não usa exigem. Tem que os manter organizados, arrumados e limpos. É preciso mesmo todo este gasto do seu tempo e energia para objetos dos quais, simplesmente, já não precisa. Pratique o desapego, não precisa de guardar tudo aquilo que um dia já foi necessário. Guarde aquilo que, atualmente, sustenta a pessoa que é e tem utilidade na sua vida.