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Ter Menos Ser Mais

Encontre nas coisas simples a liberdade, a felicidade e a intencionalidade da vida

Ter Menos Ser Mais

Encontre nas coisas simples a liberdade, a felicidade e a intencionalidade da vida

Sou da última geração que cresceu sem telemóvel

Livro "Geração ansiosa"

11.09.25 | Vânia

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Estou a ler o livro Geração Ansiosa e não podia estar mais de acordo com a visão que o autor apresenta sobre o impacto das redes sociais. O que encontro nas suas páginas apenas reforça algo que já intuía há muito tempo: as redes sociais são perigosas, e não é exagero afirmar isso.

Considero-me parte dessa “geração ansiosa”. Cresci sem internet, tive o meu primeiro telemóvel apenas aos 16 anos — e só servia para telefonar. Já tinha mais de 20 quando tive acesso à internet no telefone. Mesmo assim, consigo rever-me em muitas das situações que o livro descreve. Não cresci dentro desse mundo digital, mas ainda assim acabei por ser apanhada pela sua teia.

Aliás, faço parte da última geração que cresceu sem telemóvel. Muitas vezes dou por mim a dizer à minha filha de 6 anos:

"Quando a mãe tinha a tua idade, não havia internet."

Para ela, isso é quase impensável — e para mim também, quando penso bem. Não passou assim tanto tempo, mas a evolução do mundo digital foi gigantesca. Num espaço de poucas décadas, passámos de um quotidiano simples e analógico para uma realidade onde tudo acontece online e agora, com a chegada da inteligência artificial, a mudança continua a acelerar de forma impressionante.

Durante anos tentei desligar-me das redes sociais, mas voltava sempre, presa a uma expectativa ou medo: o receio de que, se não mostrasse o meu trabalho, ele deixasse de existir. Essa pressão subtil fez-me permanecer mais tempo do que gostaria nesse ambiente, acreditando que a visibilidade era sinónimo de sucesso. Passei a dedicar demasiado tempo a “criar conteúdo”, sem resultados práticos na vida real. O retorno era quase nulo, e a frustração, imensa.

Outros permanecem nas redes por diferentes motivos: pela necessidade de validação, por acreditarem que têm algo a ensinar ao mundo e que esse mundo quer aprender, ou simplesmente por considerarem que partilhar cada passo da sua rotina é apenas um ato lúdico, sem grandes consequências.

O mais inquietante é perceber que, mesmo sem me considerar viciada, e até sendo medíocre no uso das redes — publicando apenas de forma profissional —, ainda assim senti efeitos nocivos na minha saúde mental. Era como se o simples ato de estar presente nesses espaços já fosse, por si só, tóxico. O livro descreve problemas cada vez mais frequentes em crianças e adolescentes, mas vi neles um espelho de algo que também eu própria experienciei: ansiedade, pressão, comparação e uma sensação constante de insuficiência.

A certa altura, dei por mim a viver quase como dentro de um episódio de Black Mirror: uma realidade distorcida, onde tudo se mede em reações digitais, mas nada se traduz em solidez fora do ecrã. Foi nesse momento que decidi sair das redes sociais. E posso afirmar, sem hesitar, que foi das melhores decisões da minha vida.

Ao desligar-me desse ciclo, recuperei a calma, o foco e a clareza. Ganhei tempo e espaço para me dedicar ao que realmente importa: a minha família, a minha saúde, o meu trabalho vivido com autenticidade. O silêncio que ficou não é vazio — é liberdade.

As redes sociais prometem visibilidade, mas muitas vezes entregam apenas ansiedade. Fazem-nos acreditar que o sucesso depende de estar constantemente exposto, mas a verdade é que o que tem valor não precisa ser provado a cada publicação. O livro Geração Ansiosa apenas confirmou o que a experiência já me mostrava: mesmo quem não cresceu com internet pode ser apanhado nesta engrenagem de comparação e dependência. Sair desse mundo virtual é um ato de autocuidado e de coragem. Porque a vida, a verdadeira vida, acontece fora das redes — e é nela que quero estar presente.

O Destralhe sem Sentido: Uma Reflexão sobre o Minimalismo

09.09.25 | Vânia

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Quando abracei o minimalismo, percebi que o primeiro passo essencial era o destralhe. Foi quase um ritual de libertação: abrir gavetas, rever armários, olhar para cada canto da casa e perguntar o que fazia sentido permanecer e o que já não tinha lugar na minha vida. Não ficou de fora o roupeiro, as amizades, os compromissos, os hábitos acumulados ao longo dos anos. Tudo aquilo que não acrescentava, que não era essencial, saiu. Curiosamente, nada do que deixei me fez realmente falta.

O grande destralhe aconteceu quando troquei Lisboa pelo Alentejo. Não queria carregar peso desnecessário, nem físico nem emocional. Doei livros que amava, acessórios de bebé carregados de memórias, roupas que tinham feito parte de fases diferentes da minha vida. Esse desapego foi menos difícil do que poderia imaginar; na verdade, libertou-me. O que realmente se revelou doloroso foi a própria mudança: transportar uma casa inteira de um 10º andar para outra a quase 300 km de distância foi uma tarefa colossal, mesmo depois de um enorme destralhe. 

Depois da mudança, no entanto, percebi que o minimalismo não termina com a doação. Mantive a necessidade de simplificar, mas dei por mim a desfazer-me de coisas que, mais tarde, percebi que fariam falta. Nada de extrema importância, é verdade, mas o suficiente para me fazer refletir sobre os limites desse destralhe constante que o minimalismo incentiva.

E se todos começássemos a nos desfazer do que não usamos, como ficaria o mundo? Mesmo que as peças sejam doadas, vendidas ou recicladas, há sempre um custo. O verdadeiro ponto de equilíbrio não está apenas em destralhar, mas sobretudo em prestar atenção no momento da aquisição.

Na primeira fase do minimalismo, o destralhe é fundamental: doar o máximo possível, reciclar, vender, e só em último caso deitar fora. Mas o passo seguinte é mais profundo: questionar antes de adquirir. Caso contrário, caímos sempre no mesmo ciclo — comprar, não usar, doar/vender/deitar fora.

Artigo relacionado: Guia de consumo consciente

O destralhe faz parte do processo, mas o essencial é aprender a viver com consciência, evitando que as coisas sem sentido voltem a ocupar espaço na nossa casa e na nossa vida. 

As vantagens de trocar o litoral pelo interior

A minha experiência no Alentejo

08.09.25 | Vânia

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Há alguns anos deixei os arredores de Lisboa e vim morar numa aldeia do interior do Alentejo. Viver no campo tem os seus encantos, mas também os seus desafios — e, claro, tudo depende muito do sítio onde escolhemos viver. No meu caso, encontrei uma vida mais calma e simples, com várias vantagens que hoje valorizo profundamente. Quero partilhar um pouco dessas vantagens que fazem diferença no meu dia a dia.

 

As vantagens que encontrei em viver no interior do Alentejo:

  • Escola perto de casa – a escola da minha filha fica a 7 minutos a pé de casa, o que facilita imenso a nossa rotina diária.
  • Qualidade do ar e contacto com a natureza – respiro ar limpo todos os dias e tenho a natureza sempre por perto.
  • Ausência de trânsito – aqui simplesmente não há trânsito. A circulação é tranquila e nunca há pressa nas estradas.
  • Facilidade de estacionamento – em qualquer lugar onde vou, há sempre lugar para estacionar, sem stress ou perda de tempo.
  • Silêncio e paz sonora – não existe poluição sonora; o silêncio é absoluto e os únicos sons que se ouvem são os da natureza.
  • Boa vizinhança – existe uma relação cordial e próxima com os vizinhos, algo que em Lisboa era quase impensável.
  • Custo de vida mais baixo – de um modo geral o custo de vida diário é mais baixo do que numa cidade grande.
  • Acesso a casas mais baratas – comprar ou arrendar é muito mais acessível do que no litoral do país.
  • Saúde acessível e rápida – tenho acesso fácil a cuidados de saúde básicos e, no caso das crianças, há sempre prioridade no atendimento, mesmo sem consulta marcada.
  • Proximidade com a cidade – estou a apenas 15 minutos de uma pequena cidade, onde encontro tudo o que preciso para o dia a dia.
  • Hospital por perto – o hospital fica nessa mesma cidade, já tive uma situação de emergência e a ambulância chegou a minha casa em cerca de 6 minutos e ao hospital em 10 minutos, sendo de imediato atendida de forma eficaz. 
  • Segurança – o ambiente é tranquilo e seguro, com muito menos preocupações em relação a assaltos ou violência.
  • Tempo de qualidade – menos tempo perdido em deslocações significa mais tempo para a família, para mim e para os meus projetos pessoais.
  • Estilo de vida mais saudável – a proximidade da natureza e a tranquilidade favorecem o bem-estar físico e mental.
  • Alimentação local – acesso fácil a produtos frescos, locais e muitas vezes biológicos, vindos diretamente dos produtores da região.
  • Comunidade mais unida – as pessoas conhecem-se, ajudam-se mutuamente e existe um verdadeiro espírito comunitário.
  • Ritmo de vida mais lento – aqui não há correria; tudo acontece de forma mais calma, sem a pressão constante típica das grandes cidades.
  • Menos estímulos artificiais – menos outdoors, menos luzes fortes, menos movimento; o que traz uma sensação de paz ao dia a dia.
  • Céu estrelado – à noite, a ausência de poluição luminosa permite ver o céu cheio de estrelas, algo que na cidade raramente acontece.

 

No fim de contas, viver no interior do Alentejo foi uma escolha que me trouxe uma rotina mais leve, simples e saudável. Claro que existem desafios e nem tudo é perfeito, mas, para mim, as vantagens superam em muito as desvantagens. Hoje sinto que tenho mais qualidade de vida, mais tempo para a família e para mim mesma, e um contacto diário com a natureza que não trocaria por nada. Viver aqui é aprender a valorizar o essencial: o silêncio, a calma, a proximidade entre pessoas e a sensação de que o tempo passa de forma mais natural.

Armário Cápsula de final de verão

1º passo para o desafio de 1 ano sem comprar roupa

04.09.25 | Vânia

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Desde 2016 que decidi simplificar a minha relação com a roupa. Foi nesse ano que comecei a criar um armário cápsula e, pouco a pouco, abracei um estilo de vida mais minimalista. Deixei de comprar roupa de forma desenfreada, sem pensar, e percebi que esse hábito trouxe inúmeros benefícios: menos gasto de dinheiro, mais clareza nas escolhas, menos tempo perdido a decidir o que vestir e, acima de tudo, mais leveza.

Durante a gravidez tive, curiosamente, o armário mais minimalista de sempre: vivia apenas com cerca de 20 peças. Foi simples, prático e libertador — uma prova viva de que precisamos de muito menos do que imaginamos.

Depois da maternidade, tudo mudou. O corpo e a mente transformaram-se, e com isso o meu estilo também. O meu armário deixou de ser cápsula e mergulhou numa profunda confusão. Durante anos, senti que já não me reconhecia nas peças que tinha. Foram 6 anos de processo, de muita mudança interior e exterior, até que, aos poucos, reencontrei um caminho mais alinhado com quem sou hoje. O meu estilo evoluiu e, com ele, o meu armário voltou, gradualmente, a ser um armário cápsula.

Hoje já não me prendo a números. Não quero ter 30 ou 40 peças só porque alguém disse que esse é o ideal. Para mim, isso seria tudo menos minimalista e nada ecológico — desfazer-me de peças apenas para alcançar um número seria incoerente com a ideia de consumo consciente.

Para iniciar o meu desafio de 1 ano sem comprar roupa, comecei exatamente por reorganizar o meu armário cápsula. Apesar de estarmos no final do verão, decidi construir um armário de transição, que me acompanha nesta fase entre estações e nesta nova etapa do desafio. 

 

Ao reorganizar o meu armário para começar o desafio de 1 ano sem comprar roupa, não contei quantas peças tenho. Neste momento, esse número não me interessa — o que importa é que ficaram apenas as peças que realmente uso e que fazem sentido para mim hoje.

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No armário estão:

  • as roupas que uso no dia a dia,
  • algumas peças menos frescas, ideais para esta fase de transição de estação,
  • e casacos, desde os mais leves até um mais quente, para as manhãs e noites frias que já se começam a sentir.

Toda a minha roupa e sapatos estão concentrados neste único espaço (o da foto). Isso faz com que escolher o que vestir seja simples e sem confusões — tudo o que ali está é o que realmente me serve, gosto e uso.

 

Durante este processo, também fiz questão de doar algumas peças. Eram roupas que já não me representavam:

  • algumas ainda do meu “antigo eu”, antes da maternidade,
  • outras compradas naquela fase em que o meu estilo estava numa completa confusão,
  • e ainda algumas que me foram dadas porque foram compras impulsivas de alguém, mas que nunca foram realmente o meu estilo (e que, na verdade, eu nem devia ter aceite).

 

Agora, ao abrir o armário, sinto-me mais leve. O espaço reflete quem sou hoje e está preparado para me acompanhar nesta nova etapa: um ano inteiro a viver com o que já tenho, sem compras, com foco no essencial.

 

Mais do que um exercício de estilo, este processo tem sido uma viagem de autoconhecimento e de reencontro com o essencial.

O armário cápsula como ferramenta de clareza

Doze peças em nove meses: o que aprendi

03.09.25 | Vânia

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Depois de iniciar o desafio de um ano sem comprar roupa, comecei por organizar o meu armário-cápsula, deixando apenas as peças de final de verão que realmente uso e adoro, todas disponíveis num único espaço para facilitar na hora de vestir.

Decidi também fazer uma análise das peças que adquiri desde janeiro até agora. Achei que não seria muita coisa, visto que abraço o minimalismo e o consumo consciente há quase 10 anos. Pensei que seriam talvez meia dúzia de peças. No entanto, ao tentar lembrar-me de tudo o que comprei, totalizei o dobro, 12 peças e acessórios. Mais do que eu esperava, embora ainda não considere um número exagerado.

Sei que posso estar a esquecer-me de alguma peça de inverno, pois agora não tenho essa roupa à vista e a memória falha um pouco.

 

Aqui está o que adquiri até agora:

  • Uma mala/mochila
  • Um vestido de verão
  • Uns calções
  • Umas leggings de desporto
  • Uma t-shirt branca
  • Ténis brancos
  • Botas de inverno de caminhada
  • Blusa de inverno castanha
  • Blusa preta desportiva
  • Saco de desporto
  • Fato de treino completo
  • Boné

 

Ao analisar estas compras, considero que duas delas foram desnecessárias ou mal planeadas.

Os calções ficaram um pouco apertados, pelo menos mais do que gosto de usar, o que fez com que só os use em casa. Já o vestido, apesar de lindíssimo, precisou de um arranjo que ainda não foi feito pela costureira. Provavelmente ele vai passar o verão sem ser usado, e por isso considero esta compra desnecessária.

De resto, todas as outras peças têm sido bastante usadas e fazem parte do meu dia a dia. São itens que realmente gosto e que entram na minha rotina de forma prática e útil. Agora se analisar a fundo, são coisas com as quais passava bem sem? Sim, sem dúvida.

 

Refletindo sobre estas compras, percebo que mesmo em 9 meses de consumo consciente e minimalista, ainda acontecem escolhas menos acertadas — mas isso faz parte do processo. A maior parte das peças adquiridas tem sido úteis, práticas e agradáveis de usar, reforçando a importância de investir em itens que realmente combinam com o meu estilo e necessidades. Indispensáveis? Sim!

Este exercício ajudou-me a olhar com mais atenção para os meus hábitos de consumo, reforçando o compromisso com o desafio de um ano sem comprar roupa e com a filosofia de minimalismo que procuro seguir no dia a dia.

O Desafio - Um Ano sem Comprar Roupa

02.09.25 | Vânia

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Depois de assistir ao documentário "A Conspiração Consumista", senti um verdadeiro choque de realidade. Não que não soubesse que vivemos mergulhados em estratégias de consumo desenhadas por grandes empresas, mas a profundidade do problema tocou-me ainda mais fundo. Isso levou-me a refletir sobre os meus próprios hábitos e a decidir lançar-me num desafio pessoal: ficar 1 ano sem comprar roupa e acessórios.

A indústria da moda é uma das mais poluentes do mundo. Para termos uma ideia, ela é responsável por toneladas de emissões de gases de efeito estufa, pelo consumo absurdo de água e pela utilização de químicos nocivos que contaminam rios e solos. Além disso, existe a questão social: muitos países mais pobres recebem toneladas de roupas descartadas pelo Ocidente. Essas peças acabam em aterros a céu aberto, no mar, acabando a poluir comunidades inteiras e prejudicando a saúde das pessoas que vivem nesses lugares.

O fast fashion agrava ainda mais esta realidade. As modas mudam a cada semana para nos empurrar a comprar mais e mais, criando a ilusão de que precisamos de peças novas constantemente. No entanto, a maior parte das roupas que adquirimos acaba esquecida no fundo do armário ou descartada após pouquíssimo uso.

Foi com este contexto em mente que decidi criar este desafio:

 

O Desafio de 1 Ano sem Comprar Roupa

Que tal embarcarmos juntas neste desafio?
Durante um ano inteiro, vamos comprometer-nos a:

  • Não comprar nenhuma peça de roupa ou acessório, a não ser que seja algo realmente necessário (por exemplo, substituir algo que não pode mesmo ser evitado).
  • Arranjar e cuidar das roupas que já temos, em vez de descartá-las sem necessidade.
  • Doar ou vender aquilo que não usamos, dando uma nova vida a essas peças.
  • Construir um armário cápsula, por estações do ano, apostando em peças versáteis, de qualidade e que combinem entre si.

 

Como manter a motivação ao longo do caminho

  1. Redescobrir o que já temos – quantas peças estão esquecidas no fundo do armário? Muitas vezes basta uma nova combinação para criar um look diferente.
  2. Aprender a reparar – costurar um botão, ajustar uma bainha ou até reinventar uma peça pode transformar completamente o guarda-roupa.
  3. Trocas conscientes – que tal organizar encontros ou combinar com amigas trocas de roupa? Assim conseguimos variar sem gastar nem acumular.
  4. Documentar o desafio – fotografar looks, anotar dificuldades e conquistas, escrever sobre as descobertas… isso pode motivar-nos e ainda inspirar outras pessoas.
  5. Focar no propósito maior – sempre que surgir a vontade de comprar, vamos lembrar o impacto ambiental e social por trás de cada peça e a razão pela qual decidimos começar este desafio.

 

Mais do que um desafio individual, esta escolha é um ato de resistência contra o consumo desenfreado. Vamos mostrar que é possível viver com menos, consumir de forma mais consciente e contribuir para um planeta mais equilibrado. Alinhas comigo?