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Ter Menos Ser Mais

Encontre nas coisas simples a liberdade, a felicidade e a intencionalidade da vida

Ter Menos Ser Mais

Encontre nas coisas simples a liberdade, a felicidade e a intencionalidade da vida

O amor é simples

 

O dia dos namorados está a chegar e por todo o lado se fala desse dia, mas queria mesmo era falar sobre o AMOR! Um amor raro de se ver em tempos de efemeridade! Sim é desse amor que quero falar. 

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Uma das primeiras necessidades do ser humano é ser amado. Todos concordamos que sermos amados é fundamental para o nosso equilíbrio e bem-estar!

 

Contudo, hoje as nossas relações assemelham-se  aos nosso hábitos consumistas, somos consumidos por pessoas e consumimos pessoas. Começamos e terminamos relações a uma velocidade cada vez maior.

 

Quantos não são os casais que se formam com base no sofrimento de um terceiro. Quantas pessoas não andam de relação em relação deixando para trás seres traídos, que ao longo do tempo se vão acumulando nos seus passados

 

Parece que os relacionamentos à antiga são pesados, lentos e confusos enquanto que os de hoje em dia, aparentemente, são mais inteligentes, mais fáceis de compreender e de manusear

 

Hoje é mais importante mostrar que se está com o outro do que fazer notar a sua presença a essa pessoa. É mais fácil definir o relacionamento do que manter, efetivamente, uma relação sincera.

 

O mundo esta sempre em movimento e transformação e o AMOR também. É como se uma pessoa movesse a outra, numa evolução contínua e constante. Isto faz com que a nossa vida não se torne estática e sim cheia de emoções, vivências e experiências.

 

Mas estaremos a perder a capacidade de resiliência perante as transformações do amor e da vida? 

 

No fim, o amor é simples! O amor é a fusão de todos os sentimentos. O amor é expressado fisicamente pelo prazer iluminado pelos sentimentos. O amor são a ausência das palavras quando a pele fala com a pele, quando os olhares falam entre si e quando os corações emitem a mesma vibração! 

 

 

Estilo Minimalista

Ao pensarmos num estilo de moda minimalista pensamos em peças lisas de corte direito, brancas, pretas, cinza, beje e em azul escuro. Peças sem qualquer padrão e poucos acessórios sendo estes de design muito simples

 

Bem, eu considero que tenho um modo de vestir minimalista contudo não se enquadra totalmente na descrição. Não acho que tenhamos que nos limitar em relação as cores que usamos e ao corte da roupa. O mais importante é que nos fique bem e que vejamos a nossa roupa como um investimento, algo que nos vai servir pelo maior tempo que for possível.

 

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Para ter um Guarda-Roupa simples teremos de apostar em peças básicas e clássicas, aquele tipo de peças que nunca saem de moda. Claro que a indústria da moda todos os anos reinventa os clássicos mas não vamos por isso comprar todos os anos novas peças básicas. Uma camisa branca é uma camisa branca, o importante é que a peça lhe assente bem. 

 

Quanto a cores, não precisamos andar vestidos apenas de preto e branco. Existem várias cores neutras e sim, devemos apostar nos neutros mas para mim o mais importante é que  essas cores neutras sejam predominantes em peças como calças, casacos e sapatos pois são estas peças que devem ser conjugáveis com um maior número de outras peças. Podemos arriscar em uma maior paleta de cores em blusas, por exemplo. 

 

A qualidade é sem dúvida importante, agora a qualidade deve ser a melhor que o nosso dinheiro poder comprar. Fazermos com que as nossas peças durem o maior tempo possível passa, não só, pela sua qualidade como pela manutenção que lhe damos por isso lavar e passar corretamente são passos fundamentais para prolongar a vida da sua roupa ( Veja dicas de como lavar corretamente as suas roupas ).

 

Padrões ou melhor a ausência deles é fundamental para construir um guarda-roupa minimalista. Peças muito ornamentadas, facilmente se tornam cansativas e desatualizadas, por outro lado são mais difíceis de combinar com outras peças por "roubarem" muito a atenção. Apostar em tecidos lisos é sempre uma aposta acertada. Mas podemos arriscar em peças com detalhes, pequenos apontamentos que façam a diferença sem que destroçam a peça.

 

As tendências podem estar presentes no nosso roupeiro e são bem vindas, desde que venham acrescentar valor. Devem de ser peças versáteis, com a qualidade e durabilidade que pretendemos e que estejam em harmonia com o nosso estilo pessoal.

 

Acessórios são indispensáveis no caso de querermos acrescentar aquele toque pessoal aos nossos looks. Podemos usar colares, anéis, brincos, pulseiras, lenços, cintos, gorros... Mas atenção, para manter uma imagem simples não podemos usar tudo ao mesmo tempo. Queremos que os nossos acessórios sejam apenas um toque, não que sejam o foco da nossa imagem.

 

Podemos concluir que um roupeiro com muitas peças básicas e cores neutras pode-se tornar aborrecido e sem personalidade. Eu penso que, pelo contrário, um vestuário simples sem grande ruído permite que a nossa personalidade possa sobressair para além da nossa roupa!!

 

 

Seres sociais / Redes sociais

Aquilo que nos define como cidadãos deste mundo passa por ter um documento identificativo, como o Cartão de Cidadão, no caso do nosso país. Mas no moderno século XXI não é apenas isto, é fundamental para a nossa existência fazermos parte de uma ou várias redes sociais.

 

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Chegamos a um determinado ponto em que a vida online é mais importante que a vida offline, passamos mais tempo a falar da nossa vida nas redes sociais do que realmente a vive-la.

 

Vidas perfeitas, em torno de fotos bonitas e padronizadas, que fazemos questão de partilhar diariamente com amigos, família, colegas e até com desconhecidos. Contudo, sabemos que são uma grande ilusão, ninguém é tão feliz quanto faz questão de parecer nas redes sociais.

 

Porque tentamos mostrar algo que não somos a pessoas que muitas das vezes não nos são próximas, importantes ou conhecidas?

 

No meio desta esquizofrenia ainda temos a sensação de que estamos gradualmente a perder a nossa privacidade e o direito a ela, quando somos nós próprios a escancarar as portas das nossas vidas e da nossa intimidade, algumas das vezes arrastando pessoas próximas sem que elas o tenham consentido.

 

Por outro lado enchemos os nossos egos sob a quantidade de likes ou comentários que recebemos. Mediamos a nossa popularidade pela quantidade de “amigos” nas redes sociais como se estivéssemos viciados e necessitados da aprovação alheia.

 

Temos inúmeras formas de comunicar ao nosso alcance mas manter um diálogo é cada vez mais difícil. Entramos no mundo do individualismo onde o conceito de coletividade cada vez perde mais o seu significado, onde estamos gradualmente a perder a interação com o outro.

 

Somos seres sociais, precisamos de pessoas com quem interagir, interagir presencialmente.

 

Agora não podemos culpar as redes sociais por esta perda de valores que estamos a sofrer, mas nelas temos uma vitrina daquilo que nos estamos a tornar enquanto sociedade.

 

Não estaremos desesperados por atenção, não estaremos carentes do contacto com outras pessoas? Humanos precisam do contacto com outros Humanos!

 

 

Guarda-Roupa Cápsula - A parte chata

Para manter um Guarda-Roupa Cápsula é muito importante a forma como cuidamos das peças. Queremos que a roupa dure o maior tempo possível e que permaneça com bom aspeto. Para isso teremos que investir mais na qualidade mas sobretudo na sua manutenção. Refiro-me a lavar, secar e engomar

 

Eu sei, eu sei são tarefas aborrecidas e repetitivas...mas temos de as fazer. Se não cuidarmos da nossa roupa quem cuidará? Eventualmente a lavandaria, mas nem todos temos a possibilidade de deixar por lá a roupa suja e a ir buscar limpa e engomada.

 

Atualmente tenho um maior cuidado na hora de lavar a minha roupa, para isso, evito misturar roupa colorida com roupa branca, uso a quantidade de detergente recomendado, não sobrecarrego a máquina para uma correta lavagem de toda a roupa.

 

Tento fazer lavagens com roupas de tecidos semelhantes, portanto que necessitam dos mesmos parâmetros de lavagem evitando que seja necessário fazer ajustes na temperatura ou na centrifugação. Hoje em dia as máquinas facilitam muito, existe programas específicos para tudo, roupa de desporto, roupa de cor, roupa branca, sintéticos, algodão, peças grandes e outros mais. 

 

Comecei, também, a ter em atenção as etiquetas da roupa e constatei que muitos dos símbolos não fazia ideia do que se tratava. Consequência disto cometi erros que me deram alguns desgostos, sobretudo com peças que mais gostava.

 

Deixo em baixo o significado dos símbolos que estão nas pequenas etiquetas das nossas roupas. Desta forma, não só, podemos lavar as peças corretamente como permite-nos, antes de as comprar, confirmar se temos tempo e disponibilidade para dar os cuidados que determinada roupa possa necessitar. 

 

Vamos prolongar o tempo de vida da nossa roupa mantendo o seu bom aspeto, evitando a necessária aquisição de novas peças de roupa por desgaste ou mau uso. 

 

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 Imagens : www.skip.pt

 

 Mais dicas de lavagem podem consultar : www.cleanipedia.com

 

 

Documentário - Happy

Durante muitos anos os estudos concentraram-se na doença, na depressão e na busca da sua cura. Hoje existe uma maior procura noutro sentido, no estudo do que nos faz feliz, no que afinal é a felicidade

 

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Qualquer que sejam os nossos projetos de vida todos eles tem o fim de alcançar a felicidade. Contudo essa busca, parece-nos muitas vezes demasiado difícil 

 

O documentário "Happy" produzido por Roko Belic inspira-nos a procurar aquilo que nos faz feliz, a olhar a nossa volta e a nos questionarmos. Durante seis anos o produtor viajou pelo mundo onde conversou com diversas pessoas e tentou encontrar algumas respostas a perguntas tais como: Como ser feliz? Como nos mantermos felizes? O que significa para cada um ser feliz?

 

Segundo os estudo 40% da nossa felicidade depende de nós, das nossas escolhas perante a vida ou do nosso comportamento. Aqui percebemos que muito desse caminho está ao nosso alcance.

 

Mas, muitas vezes, acreditamos que a felicidade esta diretamente relacionada com os bens materiais ou com a riqueza.  "Happy" mostra que apesar de em determinados países a sua população ser atualmente mais rica que à 50 anos atrás os seus níveis de felicidade têm se mantido iguais. Países comparativamente mais pobres que outros apresentam, contrariamente aquilo que poderíamos pensar, níveis de felicidade superiores

 

Rapidamente percebemos, um lugar comum nos testemunhos do documentário, a felicidade está nas pequenas coisas, nos pormenores e na simplicidade.

 

É um documentário a ser visto, permite-nos analisar o nosso próprio conceito de felicidade e inspira-nos através dos testemunhos captados em todo o mundo

(Disponível em Netflix).