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Ter Menos Ser Mais

Encontre nas coisas simples a liberdade, a felicidade e a intencionalidade da vida

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Documentário - A plastic Ocean

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Sabem aqueles documentários poderosos que são capazes de efetuar em nós mudanças? A plastic Ocean é um deles. Mostra uma realidade da qual, muitos de nós, não temos a mínima noção e que é profundamente chocante! 

 

O nosso uso irracional do plástico esta pura e simplesmente a destruir os oceanos e claro a destruir a nós próprios. Afinal de contas não somos apenas visitantes deste planeta, também vivemos nele e não temos outro para onde ir quando terminarmos de destruir este.

 

Senti-me envergonhada por ver o que a nossa espécie, dita inteligente e racional, faz com todas as outras e com o planeta. Mais uma vez, os países mais pobres são aqueles que mais sofrem com os excessos dos países ricos, mas no fim de contas todos somos castigados com o aumento alarmante de enfermidades.

 

Fiquei com uma certeza, é urgente diminuir o nosso consumo de plásticos! Neste momento procuro estratégias para conseguir essa diminuição e estou a aceitar ideias e conselhos.

 

Deixo o link do Trailer PLASTIC OCEAN

 

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Sacos plásticos - 25 minutos nas nossas mãos, 400 anos no nosso planeta

The true cost

 

 

 

As tendências e a sua comercialização

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Tudo aquilo que cria seguidores torna-se numa tendência. Tudo aquilo que se torna numa tendência é comercializado. 

 

A busca de novos estilos de vida que pretendem alcançar o bem estar pessoal e do planeta não surgiram hoje. Desde sempre que estamos nesta busca. A vida na presente sociedade exige, por si só, sacrifícios que têm em nós o efeito contrário daquilo que sempre procuramos. Por isso, hoje mais que nunca, procuramos estar bem! Mas existe um outro lado, o lado do aproveitamento comercial destas "novas" tendências. 

 

Tudo a nossa volta perpétua a ideia ilusória de que vamos obter a plenitude no consumo. Que aos atingirmos objetivos transitórios ofertados como promotores de felicidade vamos conseguir o desejado bem estar. A verdade é que hoje tudo pode ser vendido, ou comprado, até o bem estar. 

 

A utilização de conceitos como ecológico, sustentável, natural, orgânico, biológico, minimalista, vegan... são usados para criar os chamados, novos nichos de mercado. A realidade é que muitas vezes as marcas usam uma destas nomeações apenas como atrativo pois o aquilo que sustenta o conceito em si é completamente defraudado. 

 

Pegando no conceito do minimalismo, se vamos comprar roupa, calçado ou qualquer outro tipo de objeto, apenas, por ser minimalista estamos a dar uma facada naquilo que na realidade este estilo de vida é. 

 

A verdade é que com este aproveitamento e comercialização de tudo, do uso de marketing cada vez mais sofisticado e apurado em descobrir formas de nos colocar no caminho do consumismo, faz com que a grande maioria das vezes não sabemos exatamente aquilo que estamos a comprar.  Acabamos a usar um detergente com químicos prejudiciais a nós e ao ambiente apenas porque a embalagem é verde e anuncia se tratar de um produto ecológico.

 

Como podemos fugir a isto? Para mim esta fuga, apesar de difícil é possível e passa por procurar a informação. Estar informado é necessário pois só assim podemos saber aquilo que estamos a levar para a dentro das nossas casas. Dá trabalho? Sim dá, mas só nós podemos ter esse cuidado pois para a industria o principal objetivo é o lucro mesmo que isso ponha em causa premissas básicas e essências como a saúde e a conservação do meio ambiente. 

 

 

Férias sem stress

Quem não adora estar de férias? 

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Agora, sabe aquela sensação de voltar das férias mais cansado do que quando foi, desfalcados e com a sensação de não ter aproveitado convenientemente

 

1º - Seja realista, se não tem dinheiro para passar férias no outro lado do mundo numa ilha paradisíaca, veja para onde tem possibilidade de ir para que o seu propósito seja alcançado. Pense, até em casa pode usufruir de umas férias revigorantes e aproveitar para visitar aqueles lugares, mesmo ao lado da sua porta, que nunca temos tempo para visitar ou que muitas vezes mal conhecemos. 

 

2º - Tenha em conta aquilo que realmente precisa de obter nas suas férias. Descanso, tempo com a família, mudar de ares, abrandar o ritmo do dia-a-dia... Se precisa descansar ir conhecer uma cidade não lhe vai permitir o descanso que anseia pois vai andar e bastante para conhecer o local visitado. Se por outro lado pretende estar com a família evite uma extensa calendarização. Deixe tempo para os imprevisto e desfrute do tempo com aqueles que ama. Para além disso se tiver uma enorme lista de atividades para fazer, não vai conseguir diminuir o ritmo de vida que tanto precisa. 

 

3º - É nas férias que temos tempo e disponibilidade para fazer aquilo que habitualmente não temos tempo e por vezes, também, devido a esta descompressão podemos cair na tentação de cometer alguns excessos. Comer demais, fazer escolhas menos saudáveis, abusar do álcool, do sol ou das horas de sono, quer por excesso quer por defeito, não vai ser positivo para o nosso equilíbrio e bem estar. 

 

4º - De que serve o seu corpo estar deitado na areia a descansar se a sua mente está em grande velocidade a pensar em todos os seus problemas, trabalho, relacionamentos... É um lugar comum, eu sei, mas desfrute do momento presente. Apure os seus cinco sentidos e vivencie aquilo que tem à sua volta, quer seja um mar azul calmo, um belo monumento ou a sua família. 

 

Só mais uma dica. Precisa mesmo de publicar todas as fotos das suas férias nas redes sociais? Desligue, aproveite e usufrua desses momentos especiais só seus!

 

Aproveita e boas férias!

Sacos plásticos - 25 minutos nas nossas mãos, 400 anos no nosso planeta!

Sim é verdade em média usamos o saco plástico por uns curtos 25 minutos. Parece pouco mas basta pensar no percurso que fazemos entre o supermercado, onde adquirimos o saco, e a nossa casa onde o mesmo, muitas vezes, deixa de ter utilidade. 

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Não faz sentido, usar um saco ou outro qualquer objeto por 25 minutos quando este vai demorar entre 100 a 400 anos a se decompor no meio ambiente

 

Eu na minha condição humana, imperfeita e cheia de falhas tinha em casa imensos sacos reutilizáveis mas a verdade é que a grande maioria das vezes ia às compras e não os levava. Portanto acabava por comprar sacos no supermercado. Com isto tinha, também, em casa um enorme saco de plástico, ele próprio, cheio de sacos, saquinhos e sacões. Para além de ocuparem espaço em minha casa, não era a atitude mais correta perante o ambiente.

 

Tomei algumas medidas para mudar este padrão. Deixo as dicas que resultaram comigo.

 

  • Ter no carro uns quantos sacos reutilizáveis. Assim quando for às compras não há desculpas, tem sempre sacos dentro do carro. Evita assim gastar uns cêntimos a mais no supermercado. Após arrumar as compras, coloco os sacos junto à porta de casa para não me esquecer de voltar a coloca-los dentro do carro.

 

  • Ter dentro das suas malas, isto no caso das senhoras, pequenos sacos reutilizáveis de materiais que se dobrem facilmente como, por exemplo, de algodão. Assim não vão ocupar muito espaço nem pesam significativamente. Evitamos adquirir aqueles pequenos sacos nas lojas, que depois da primeira utilização acabam por não ter outra utilidade.

 

  • Nas lojas onde os sacos ainda são oferta, mesmo naquelas em que utilizam sacos de papel (que também não é a opção mais amiga do ambiente), recuse gentilmente e use aquele que estiver na sua mala. Apesar de ser oferecido pode evitar adquirir mais se o mesmo não lhe será mais útil que qualquer outro saco reutilizável que já possua. 

 

  • Agora não vamos deitar todos os sacos de plástico fora só porque queremos reduzir o seu uso. Vamos lhes dar o uso que lhes for possível até que os mesmos já não estejam em condições. Nessa altura é muito simples, basta colocar no ecoponto amarelo para reciclagem

 

Já sabes respirar?

 

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Perguntou-me uma colega das aulas de Yoga. "Já sabes respirar?" Fiquei sem resposta. 

"Vim para o Yoga para aprender a respirar, por recomendação médica." 

 

Era uma aluna recente nas aulas de Yoga e por isso esta questão não me faz qualquer sentido. Porque teria de aprender a respirar? Respirar é algo inato não precisamos de o aprender a fazer.

 

É verdade, é inato, não foi preciso ninguém nos ensinar mas conforme vamos crescendo vamos alterando a forma como o fazemos. A culpa, essa, é do grande inimigo deste século, o stress.

 

Quando está sob stress a sua respiração é rápida, curta e usa sobretudo a zona clavicular. Quando está, por exemplo, a dormir a sua respiração é calma e prolongada e usa a zona baixa dos pulmões. 

 

Por isso a respiração é a mais poderosa ferramenta que todos temos para controlar a resposta ao stress. No Yoga faz-se através do Pranayama, a disciplina que contempla um conjunto de exercícios respiratórios. 

 

Ao prolongarmos a nossa respiração reduzimos a tensão arterial, a tensão arterial é controlada pelo sistema nervos simpático e este é o mensageiro da resposta ao stress. Portanto controlo da respiração, controlo do stress.

 

Mais disto, menos daquilo

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Passamos o nosso dia sempre a grande velocidade e algumas vezes nem paramos nos STOP. Mais tarde a vida acaba por nos apresentar as multas.

 

Cometemos excessos em determinadas áreas e deixamos outras em défice, mas com pequenas e simples mudanças podemos mudar estes padrões. Aquilo que temos mais constante nas nossas vidas são as mudanças, porque não introduzir pequenas mudanças para o nosso bem estar!?

 

Comer menos

Sim, a grande maioria de nós come mais do que aquilo que realmente necessita. Agora não vale ficar sem almoçar para comer menos e depois acabar cheios de fome a fazer escolhas menos positivas para a nossa saúde. Comer menos, fazer escolhas mais equilibradas e com foco nos benefícios para a nossa saúde. 

 

Andar mais

Já repararam que metade do nosso corpo é constituído por pernas, então vamos lhes dar uso. Caminhar é algo simples, natural e inato. Precisamos mesmo de ir aos correios de carro? Porque não ir a pé. 

 

Menos informação

Assim que acordamos queremos nos ligar ao mundo, Tv, Smartphone, Tablet, redes sociais, jornais... Não temos a capacidade de absorver tanta informação ao longo do nosso dia e com tantas distrações nem reparamos nas coisas boas que acontecem mesmo ao nosso lado. A verdade é que não precisamos estar sempre ligados!

 

Mais pausas

Todos precisamos de pausas, nem que sejam pausas de 5 minutos onde simplesmente não façamos nada. Até o nosso coração faz uma pequena pausa entre batimentos. Pequenas pausas ao longo do dia vai-nos permitir diminuir o ritmo e retomar o foco naquilo que é importante.

 

 

Os macacos nas nossas cabeças

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Um jovem rapaz vai de templo em templo ao encontro de vários mestres e a todos eles faz este pedido.

- "Vou ser mestre e para isso preciso que me conte os seus segredos."

Depois de alguns mestres se recusarem a ajudar o rapaz apareceu um que se mostrou atencioso e lhe disse:

- "Para seres mestre basta que todos os dias te sentes com a coluna vertebral direita e inspires conscientemente por alguns minutos."

O Jovem ficou bastante satisfeito por ser tão simples!

Mesmo antes do rapaz sair o mestre acrescentou.

- "Mas não penses em macacos."

O Jovem tentou meditar mas...os macacos estavam lá nos seus pensamentos e não o largavam. Simplesmente não conseguir deixar de pensar em macacos, quando foi precisamente o oposto que o mestre lhe tinha pedido. Voltou ao templo e pediu para que o mestre lhe tirasse os macacos de sua cabeça. Ao que o mestre respondeu:

- " Podes ser meu discípulo, vamos começar por aprender a meditar."

 

Ao contrário do que muitas vezes se pensa, meditar não se trata de não pensar em nada. É impossível, estamos sempre a pensar e se tentarmos não pensar em algo, vamos obter o resultado oposto. 

 

Meditar consiste em controlar a mente! A nossa mente está sempre distraída a planear o futuro e a reviver memórias é preciso transporta-la para o momento presente e diminuir o diálogo interior.

 

O conceito é simples, mas praticar é necessário, os benefícios, esses, são quase impossíveis de enumerar.

 

 

Livro "Menos é mais"

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Francine Jay a autora do livro, quando jovem, juntamente com o seu marido mudava de casa uma vez por ano. Inicialmente todos os seus pertences cabiam no porta-bagagens do carro. Mas com o tempo foi necessário alugar carrinhas de mudanças cada vez maiores. Foi aqui que Francine percebeu que as suas coisas estavam a complicar a sua necessidade de mobilidade.

 

A autora começou a querer viver mais as experiências e menos as suas coisas. Por outro lado, para ela o consumo deixou de ser sinónimo de felicidade e conduzia-a apenas a uma vida mais sobrecarregada tanto de coisas como de trabalho para as adquirir como para as manter. Todo este trabalho para coisas que a curto ou médio prazo se tornariam lixo e consumiram os recursos naturais do planeta.

 

Este livro é “Um Guia Minimalista Para Organizar e Simplificar a Sua Vida”. A autora, não só fala, da filosofia minimalista,  como explica cada um dos 10 passos para a organização e simplificação das nossas casas e também do minimalismo como estilo de vida.

 

Sem dúvida, um livro para ter na cabeceira neste ano 2017.

"A saúde é riqueza. Paz mental é felicidade. O Yoga mostra o caminho" - Swami Vishnudevananda

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Pratico Yoga à mais de um ano e meio e simplesmente já não consigo imaginar a minha vida sem o fazer. Há algum tempo que tinha curiosidade de experimentar, mas como a maioria das pessoas, achava que seria "parado" demais. Mas não será antes a nossa vida demasiado agitada e esse desacelerar que o Yoga permite ser aquilo que realmente as nossas mentes anseiam? 

 

Desde o primeiro dia, quando foi conhecer as instalações, me fascinou a serenidade e a calma dos professores de Yoga, têm sempre um tom de voz suave um sorriso pacifico.

 

A primeira aula foi boa, mas havia sempre aquela preocupação em tentar fazer bem, visto que tudo era novidade para mim. Mas os efeitos, esses, senti-os logo.

 

Após algumas semanas de práticas comecei a reconhecer em mim aquela calma que admirava nos professores de Yoga, comecei a saber controlar a minha respiração e consequentemente a minha mente. Melhorou a minha concentração e o meu descanso, senti uma maior energia, um bem estar geral que se alastrou a todas as secções da minha vida. Maior consciência do meu corpo e um maior cuidado, na alimentação, no meu descanso e nos meus limites.

 

 O Yoga ajudou-me a viver no presente, a ser grata e a desejar apenas aquilo que realmente é importante.

 

As posturas essas, muitas vezes aparentemente inalcançavéis, com calma e respeitando sempre o meu corpo, tornaram-se possíveis, sendo contudo o mais importante os benefícios que cada uma das posturas me permitiu obter.   No Yoga nada é em vão, tudo tem um propósito. 

 

Sei que quem estiver disposto a experimentar, vai perceber que não é assim tão "parado", que não é assim tão difícil e que os benéficos são imensos. Vale a pena!!! 

 

A cerimónia do chá

O chá...quem não gosta? Bem, eu adoro e existem muitos e para todo os gostos. São tantos benefícios concentrados numa pequena chávena.

 

Reza a lenda que na antiga china a primeira pessoa a beber chá foi o imperador Chen Nung em 2737 A.C. O imperador bebia água quente quando umas folhas da árvore onde estava encostado caíram para o copo que tinha na sua mão. Bebeu e ficou deliciado. Diz-se que a partir daí o chá entrou em todas as casas chinesas chegando mais tarde ao Ocidente. Podemos beber chá ao longo do dia sem exceção.

 

De manhã dê preferência a chás com sabores mais frescos;

As refeições chás com especiarias;

A noite opte pelos mais ligeiros.

 

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Imagem: FairtradeUSA

 

Quer mais alguns motivos para beber chá

  • Ajuda a relaxar, aliviando o stress;
  • Hidrata;
  • Ajuda o sistema imunitário;
  • Faz bem ao coração;
  • Reforça os ossos;
  • Útil no controlo da tensão arterial;
  • Aumenta os níveis de colesterol (bom).